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Monday, 3 August 2026

Sábados aos Saltos: Cinco Brinquedos de Verão Icónicos

 NOTA: Este 'post' é correspondente a Sábado, 01 de Agosto de 2026.

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

As épocas estivais dos anos 90 ficavam, para as crianças e jovens da época, indelevelmente associadas a uma série de brinquedos e acessórios que faziam parte integrante de qualquer brincadeira de jardim ou praia. Abaixo, deixamos apenas cinco dos mais icónicos.



Raquetes
Talvez o brinquedo mais sinónimo com o Verão, até por poderem ser usadas em qualquer espaço aberto – embora, claro, fosse a praia o seu 'ambiente natural'. O jogo do Verão por excelência para grande parte dos 'Millennials' portugueses, actualmente estranhamente em declínio, embora as raquetes em si continuem a ser presença ubíqua em qualquer barraca de artigos de praia, entre as toalhas, os chinelos e os baldes.


Piscina Insuflável
Nem todas as crianças tinham a sorte de ter uma – ou, sequer, um quintal onde a usar – mas, para quem tinha, este era outro dos objectos que assinalava a chegada do tempo quente, e propiciava muitos 'banhos' a quem, por uma razão ou outra, não tinha forma de chegar à praia para chapinhar no mar.



Formas e Baldes
Outro brinquedo icónico actualmente em vias de extinção, apesar de ainda vendido perto de qualquer praia nacional; nos anos 90, no entanto, não havia criança que 'abalasse' para a praia sem, pelo menos, o balde e a pá, para construir castelos de areia.



Colchões Insufláveis
Utilizáveis quer numa piscina 'a sério' (para quem tinha a sorte de ter uma) quer à beira-mar, na zona rasa, estes colchões nunca deixavam de divertir o público-alvo – sobretudo aqueles que tinham partes transparentes que permitiam ver através do colchão, adicionando uma camada extra àquele que era, já de si, um produto que proporcionava muitos e bons momentos às crianças e jovens. Como os restantes produtos nesta lista, é raramente visto nos dias de hoje, pelo menos no contexto do litoral.



Pranchas de Bodyboard

E, claro, melhor que os colchões insufláveis só mesmo as pranchas de bodyboard tamanho 'miniatura', que permitiam às crianças mais pequenas imaginarem-se no lugar dos adolescentes e adultos que, mais à frente na linha de água, enfrentavam verdadeiramente as ondas e demonstravam a sua mestria no desporto em causa. Único produto da lista que nunca perdeu a popularidade – algo que, aliás, dificilmente acontecerá, dado o continuado interesse das crianças em surf e bodyboard, e o cada vez maior número de escolas de surf presentes nas praias portuguesas.

Apesar de podermos ainda mencionar outros tantos brinquedos icónicos da época e hoje quase desaparecidos (como as Super Soakers, barbatanas, braçadeiras, bóias ou papagaios de papel) ficamo-nos, por agora, pelos cinco produtos – os quais, por si só, terão já decerto feito despontar memórias de infância na mente de muitos leitores deste 'blog', e fomentado o desejo de apresentar alguns ou todos estes brinquedos à geração mais nova, para que não se percam as 'tradições' de praia portuguesas...

Saturday, 11 September 2021

Sábados aos Saltos: Os Balões de Água

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos e acessórios de exterior disponíveis naquela década.


E neste que potencialmente será um dos últimos Sábados de verdadeiro calor de 2021, nada melhor do que recordar uma das melhores – ou piores, dependendo a quem perguntem – maneiras de se manter fresco quando as temperaturas subiam a pique nos anos 90: os balões de água.


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Esta imagem pode causar stress pós-traumático, dependendo de que lado de uma 'guerra' costumavam ficar...


Ainda que fazendo parte daquele lote de brinquedos e diversões que não têm, verdadeiramente, época, os balões de água têm vindo a tornar-se uma visão cada vez mais rara à medida que a sociedade avança para um paradigma cada vez mais seguro e averso a toda e qualquer fonte de dano físico ou psicológico às crianças (não que os balões de água magoassem, mas apanhar com um era sempre um pouco lesante, quanto mais não fosse por ficarmos todos molhados…)


Nos anos 90, no entanto, ainda não havia tanto essa preocupação, e como tal, os balões de água eram visão corrente, tanto no Verão, a serem usados em ‘guerras de água’ entre familiares, amigos, vizinhos ou colegas de escola, como (estranhamente) no Carnaval, altura em que eram frequentemente lançados das varandas de prédios citadinos – sem pré-aviso, claro, senão não tinha piada. E se levar com um balão de água quando o tempo a isso convida já não é ideal, apanhar com um em FEVEREIRO, e sem se estar à espera, era ainda muito pior! Apesar disso, ninguém nunca se queixou da existência destas pequenas bexigas, que decerto terão ajudado muitas crianças a melhorarem os reflexos e a motricidade, para se poderem desviar deles…


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Muito educativo, de facto... 


Hoje em dia, os balões de água ainda se encontram para venda em diversos tipos de lojas, tanto físicas como online (onde, estranhamente, aparecem rotulados como brinquedos educativos!) Ainda assim, como já foi dito mais acima neste post, a sua presença e popularidade entre a juventude já não é o que era, e é de duvidar que uma criança de hoje em dia se aproxime com extremo cuidado de um grupo de ‘rufias’ que avança na sua direcção, não vão estes estar ‘armados’ com uma panóplia de balões de água prontos a atirar… Relíquias de uma época que já não volta, mas que, felizmente, conseguimos pelo menos continuar a recordar nas páginas deste nosso blog…

Em Memória de Jorge Palma (1950-2026)

Nas primeiras horas do dia 21 de Setembro de 2026, o p anorama musical nacional ficava mais pobre após dizer adeus a mais um dos seus ídolos...